quinta-feira, 27 de maio de 2010
A vida pelo avesso
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Lei do Desarmamento. Ronda do Quarteirão. Algum benefício real para sociedade?
Óbvio que o cidadão que não é criminoso e se andasse armado não traria, provavelmente, um redução no número, mas haveria a chance da defesa. O sistema de policiamento de Fortaleza não está sendo eficiente nem eficaz, trazendo termor para as pessoas de bem. O programa RONDA não consegue atingir seu real objetivo quando da época da campanha falava-se num atendimento feito em até 5 min (salvo engano). Experimente ligar para o Ronda do Quarteirão e fazer uma ligação e faça a contagem do tempo. Isso sem contar que o tal modelo cidadão não diz nada para quem quer realmente praticar delitos, ou seja, não faz medo aos assaltantes. É só lembrar do caso dos dois policiais que foram assaltados na Barra do Ceará.
O Ronda poderia ser mais ostensivo. Parar as pessoas, fazer revistas, pedir documentos, mas isso não acontece. Outro dia vinha por uma rua do Grande Bom Jardim (no meu carro e de vidros fechados, claro) quando na mão contrária vinha um RONDA e ultrapassava eles um rapaz de boné, numa moto, sem capacete e provavelmente drogado. Reação do RONDA: nenhuma. Achei um absurdo, não custava nada eles pararem, checarem e tomar as devidas providências, isso, ao meu ver, é fazer cumprir a lei.
Você sabe de algum absurdo parecido? Comente aqui.
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Abaixo está uma lista reformulada e adaptada com 20 coisas, entre hábitos e posturas sociais, que a internet está destruindo:
As discussões insignificantes dos iniciantes do YouTube podem não ser representativas, mas certamente a internet aguçou o tom dos debates. O mundo dos blogs parece incapaz de aceitar as diferenças de opinião. E os trolls crescem em cada canto da web.
2 – Medo de ser a única pessoa do mundo não tocada pela morte de uma celebridade
O Twitter se tornou uma tribuna aberta para piadas sobre a morte de pessoas famosas. Algumas de muito mau gosto, mas um antídoto para o “luto” dos fãs que, de outra forma, predominaria.
3 – Ouvir um disco do início ao fim
Os singles são um dos benefícios improváveis da internet. Por um lado, não é mais preciso aguentar oito músicas chatas para poder ouvir uma ou duas que valem a pena. Mas, por outro lado, álbuns que valem a pena terão a audiência que merecem?
4 – Pontualidade
Antes dos celulares, as pessoas precisavam manter seus compromissos e chegar ao restaurante na hora certa. Enviar mensagens de texto cinco minutos antes para avisar os amigos do atraso se tornou uma das grosserias descartáveis da era da conectividade.
5 – Listas de telefone
Você pode encontrar tudo que quiser na internet, com dados muito mais completos do que as antigas e mofadas Páginas Amarelas.
6 – Lojas de música
Em um mundo onde as pessoas não estão dispostas a pagarem por música, cobrar delas R$ 30 por 12 músicas dentro de uma frágil caixa de plástico, definitivamente, não é um bom modelo de negócio.
7 – Memória
Quando quase todo fato, não importa quão obscuro e misterioso, pode ser esmiuçado em segundos através do Google ou do Wikipédia, o “mero” armazenamento e recuperação de conhecimentos em sua mente se tornou menos valorizado.
8 – Concentração
Quem, entre o Gmail, o Twitter, o Facebook e o Google News, consegue trabalhar? Uma nova tendência de distúrbio de concentração que se desenvolve.
9 – Decorar números de telefone
Depois de digitar os números na agenda do seu celular, você nunca mais vai olhar para eles de novo.
10 – Teorias conspiratórias
A internet é constantemente repudiada como dominada por pessoas excêntricas, mas, ao longo dos anos, se mostrou muito mais propensa para desacreditar teorias conspiratórias em vez de perpetuá-las.
11 – Preencher formulários na última página dos livros
O mais próximo disso hoje são os serviços das livrarias virtuais como “Clientes que compraram este livro também compraram…”
12 – Álbuns de fotos e projeções de slides
Facebook, Flickr e sites de impressão de fotos como Snapfish são a nova maneira pela qual compartilhamos nossas fotos. No início deste ano, a Kodak anunciou estar descontinuando a produção do seu clássico filme Kodachrome por falta de demanda.
13 – Depender de agentes de viagens para marcar férias
Para embarcar em uma viagem de férias, não precisamos mais passar obrigatoriamente pelo agente de viagens, que tenta insistentemente vender aquele pacote “imperdível”. Sites especializados montam a viagem dos sonhos dentro do orçamento possível.
14 – Adolescentes ansiosos pela sua primeira Playboy
A onipresença de pornografia gratuita e pesada na internet acabou com um dos mais temidos ritos de passagem para os meninos adolescentes: a compra de revistas de pornografia. Porque tremer na fila para comprar a última Playboy se você pode baixar montanhas de obscenidades direto na sua cama?
15 – Relógios de pulso
Ficar mexendo no bolso para pegar seu celular pode não ser tão elegante quanto olhar para um relógio de pulso, mas é mais econômico e prático do que andar por aí com dois equipamentos.
16 – Artistas ainda não descobertos
Colocar suas pinturas ou poemas online é tão fácil, que os artistas desconhecidos não têm mais desculpas.
17 – Escrever cartas
E-mail é mais rápido, barato e conveniente. Receber uma carta escrita à mão de um amigo se tornou um prazer raro, e até nostálgico. Como consequência, frases de despedida formais como “Com as melhores saudações” foram substituídas por um simples “Valeu”.
18 – Matar tempo
Quando foi a última vez que você passou uma hora olhando o mundo pela janela, ou lendo novamente seu livro favorito? A atração da internet sobre a nossa atenção é implacável e, cada vez mais, difícil de resistir.
19 – Assistir televisão acompanhado
A internet permite que parentes e amigos assistam os mesmos programas em diferentes horários e em diferentes lugares, acabando com o significado daquele que foi um dos mais atrativos apelos culturais da classe média, a experiência compartilhada. Programas para assistir televisão juntos, se ainda existem, se limitam a eventos esportivos e reality shows.
20 – O intervalo de almoço
Você deixa o seu computador para almoçar? Ou come um sanduíche enquanto responde e-mails pessoais e confere as últimas promoções de passagens aéreas?
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Instantes (Autor desconhecido)
"Se eu pudesse novamente viver a minha vida,
na próxima trataria de cometer mais erros.
Não tentaria ser tão perfeito,
relaxaria mais, seria mais tolo do que tenho sido.
Na verdade, bem poucas coisas levaria a sério.
Seria menos higiênico. Correria mais riscos,
viajaria mais, contemplaria mais entardeceres,
subiria mais montanhas, nadaria mais rios.
Iria a mais lugares onde nunca fui,
tomaria mais sorvetes e menos lentilha,
teria mais problemas reais e menos problemas imaginários.
Eu fui uma dessas pessoas que viveu sensata
e profundamente cada minuto de sua vida;
claro que tive momentos de alegria.
Mas se eu pudesse voltar a viver trataria somente
de ter bons momentos.
Porque se não sabem, disso é feita a vida, só de momentos;
não percam o agora.
Eu era um daqueles que nunca ia
a parte alguma sem um termômetro,
uma bolsa de água quente, um guarda-chuva e um pára-quedas e,
se voltasse a viver, viajaria mais leve.
Se eu pudesse voltar a viver,
começaria a andar descalço no começo da primavera
e continuaria assim até o fim do outono.
Daria mais voltas na minha rua,
contemplaria mais amanheceres e brincaria com mais crianças,
se tivesse outra vez uma vida pela frente.
Mas, já viram, tenho 85 anos e estou morrendo"
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Gordinho não têm vez nas empresas?
Detesto ter que escrever a respeito de preconceito, mas não posso deixar de falar a respeito de um artigo recente que li no site Administradores.com sob o título Gordinhos não têm vez nas empresas? Já vou respondendo. Não. E isso não é novidade para ninguém. Por isso é extremamente equivocado dizer que somos um país sem preconceito. Ele existe em vários fatores.Trabalhei em uma empresa com mais de 5.000 funcionários, e só para esquentar ainda mais a discurssão - a empresa era Administradora de Planos de Saúde com diversos hospitais no Brasil, ou seja, uma empresa cujo o negócio principal é SAúDE. Por determinação dos donos, o RH não deve contratar ninguém que seja Gordinho, mesmo que não tenha doença alguma. Uma das irmãs sócias e proprietárias é a Médica do trabalho. Responsável por todos os Exames Admissionais do grupo o que dá maior força ao preconceito da empresa.
Óbvio que isso não é propagado para ninguém e eu por uma questão ética não vou citar tal empresa. E como ele reprovam os candidatos sem denegrir sua imagem? Simples! Eles entregam um atestado de Saúde Ocupacional contendo a afirmação de 'APTO' para a função, então um funcionário liga para o RH e informa que "FULANO DE TAL" foi reprovado por está acima do peso e o RH deve se virar para dá uma desculpa furada.
E isso tudo é só uma estratégia de uma empresa que eu conheço. Deve haver outras centenas por aí que fazem coisa igual ou pior com apresentado recentemente no programa Fantástico da Rede Globo.
O pior é que nesse preconceito descabido e sem nenhuma comprovação que corrabore com tal é o não conhecimento técnico e as competências de um funcionário como esse que sequer pode mostrar suas qualidades enquanto profiissional e daí perde os dois lados. De um, o funcionário que necessita se empregar e por conta de um julgamento precipitado perde oportunidades que vão mexer com toda sua estrutura de vida. Do outro, temos a empresa que perde a oportunidade de ter um profissional que se adequa justamente a suas necessidades e com potencial para desenvolver e trazer soluções para sua empresa.
Dizer que o Brasil é um país livre de preconceito é uma inverdade sem precedentes. A diferença é que nesta pátria amada Salve, Salve-se quem puder - é que aqui, com o Jeitinho Brasileiro, as coisas ficam camufladas, por baixo dos panos dos poderos, àqueles cuja o caráter e ganância sobressai como item fundamental do que qualquer outra coisa. Somos sim seres humanos cheios de preconceito e não nos importamos com os outros. Seja com Gordinhos, seja com Negros, seja com Feios e enfim, a prova está no texto que você pode acompanhar no link acima.
A pergunta que deixo para você, caro leitor, é quando isso vai terminar?