segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Eleições 2010 | Brasil assina sua declaração de que aqui tudo é uma palhaçada

Matéria BBC NEWS destaca.
"No joke as Brazil clown tops votes for Congress", numa tradução livre quer dizer "Não é piada, palhaço no Brasil é o mais votado para o Congresso".

É incrível como o brasileiro reclama por demais do Congresso Nacional. Basta falar de Brasília e enormes listas de reclações sai da boca dos cidadãos por aqui. Mas igualmente a altura das reclamações está o fato do brasileiro não saber votar, ou pelo menos não fazer a coisa da forma mais certa. Pelo menos é o que fica provado ao se eleger o humorista Tiririca com mais de 1,3 milhões de votos. O problema não está na profissão de Francisco Oliveira Silva (o Tiririca), mas nas propostas, ou melhor, a falta delas, que o povo simplesmente ignora. Sobre o mote de "Votem em Tiririca, pior do que tá não fica", o povo elegeu e fez dele o 2º candidato a Deputado Federal mais bem votado da história desse país e de igual forma, o povo brasileiro assina a próprio punho uma declaração para o mundo de que as coisas por aqui tudo é uma piada, ou seja, não somos sérios.

Alguns estudiosos explicam (pelo menos tentam) o fenenômeno, dizendo que tal fato se dá pela descrença política do povo no Congresso Nacional e que, segundo estes, a eleição do Tiririca é simplismente a confirmação disso. Em parte, essa explicação é razoável, do ponto de vista que o Congresso não tem demonstrado realmente credibilidade, pelos os inúmeros escândalos envolvendo os membros da alta cúpula do Governo. Embora, em assim sendo, é totalmente infausto que seja eleito alguém que queira agir assim, pois com certeza ficará muito difícil uma renovação nesse país.

O momento da votação deveria ser o momento em que o povo repensa o atual momento do país e vai para urna com seu conceitos e posicionamentos para tentar mudar o estado atual das coisas e promover por meio do voto as mudanças que o Brasil precisa.

Pelo visto isso vai demorar a acontecer por aqui. Por isso que não paro de repetir essa frase que eu gosto muito: é esse o nosso Brasil "nossa pátria amada, idolatrada, salve salve-se quem puder".

domingo, 3 de outubro de 2010

Ignorância Política

O 'tsunami' lulista tem demonstrado o poder da máquina pública e provado o grande Populista que é o Sr. Presidente Luís Inácio Lula da Silva. Que dentre muitas divergências estão os conceitos que brasileiro tem sobre como aprova ou não as obras do Governo. A verdade é que se o Lula disser: 'vote no Serra', todo mundo votaria no Serra. Se Lula disser: 'Vote na Marina', todo mundo vota na Marina. Mas Lula resolveu criar a Dilma, um alguém sem experiência pública de governo, sem carisma, que não sabe se expressar em pública e parece desconhecer o Brasil que pretende governar. Sua apresentações e entrevistas ficaram muito aquém do esperado por uma candidata que vai assumir o posto de '1ª Presidenta do Brasil', ao cotrário, parece mais uma candidada ao verdedora do interior do Nordeste. Suas inúmeras garfes provam que ela nunca esteve preparada para assumir tal posto. Motivo de piadas nos debates, como o do Jornal Nacional da TV Globo. Sem contar do episódio em que ela discutindo sobre a obra "Vidas Secas" que retrata o povo Nordestino, "saindo do Nordeste para o Brasil". Sem contar o escandalo da Sra. Erenice Guerra que era (ou ainda é) o braço direito da Dilma e foi indicada por ela mesma (Dilma) para assumir o cargo de Ministra Chefe e a própria afirma simplesmente não conhecer tais afirmações.


Mas por que então Lula fez esta aposta se Dilma é tão fracassada assim?
Simples. Uma marionete não precisa ser inteligente, ou carismatica, ou saber falar em público adequadamente, ou conhecer o Brasil e seus problemas, ou ser honesto. É necessário apenas executar bem os movimentos comandados. Pronto, nada a mais que isso e somente isso que o PT quer! Alguém para servir de Dilmarionete!

Para a receita ficar pronta, basta adicionar a ignorância política do povo, uma colher de 77% de aprovação de Lula e uma 'dilmarionete' para eleger um novo presidente.


Tenho ouvido nas ruas os comentários das pessoas que votam em Dilma pra saber o que realmente está por trás desse fenômeno (além do Bolsa Família, é claro). E a resposta é muito óbvia: "Lula foi um bom presidente e Dima também vai ser". Não existe fundamentação partidária, conhecimento da causa da Dilma, suas ideologias, ou que ela pensa sobre o Brasil. Uma profunda ignorância política em razão do popularismo do LULA.


Ou seja, vivemos num país em que pra se eleger um presidente, não é necessáiro conhecê-lo o quem o indica é muito mais importante. E o mais o povo vai reclamar do que, se não dele mesmo!

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Nos próximos dez anos, o mundo do trabalho irá mudar; confira as tendências!

De acordo com a Gartner, a natureza do trabalho irá testemunhar ao menos dez alterações essenciais até 2020

O mundo de hoje está muito diferente do que há 20 anos e, tratando-se do mercado de trabalho, muitas coisas ainda devem mudar de maneira consistente daqui para a frente. De acordo com um estudo da consultoria Gartner, a natureza do trabalho irá testemunhar ao menos dez alterações essenciais até 2020. Em vista desse "cenário do futuro", as companhias precisam já se planejar para lidarem com ambientes cada vez mais caóticos e fora de seu controle direto.

"O trabalho vai se tornar menos rotineiro, caracterizado por uma maior volatilidade, hiperconectividade e pelo trabalho em grupo", afirmou o vice-presidente da Gartner, Tom Austin. Em 2015, pelo menos 40% do trabalho realizado em uma companhia não será rotineiro, ante a fatia de 25% prevista para 2010.

"As pessoas trabalharão muito mais em conjunto do que sozinhas. Elas irão se envolver com outras, com quem possuem menos vínculos, e as equipes vão incluir pessoas fora do controle da organização ", acrescentou. "Além disso, a simulação, visualização e tecnologias de unificação vão exigir uma ênfase sobre as novas habilidades de percepção".

Novos parâmetros corporativos

Na avaliação da Gartner, essas serão as dez mudanças mais radicais que as companhias de todo o mundo terão de aceitar - e se adaptar:
  • Rotinização do trabalho - O valor fundamental que as pessoas adicionam não está nos processos que podem ser automatizados, mas nos processos não-rotineiros, singularmente humanos, como contribuições analíticas ou interativas que resultam em palavras como descoberta, inovação, formação de equipes, liderança, vendas e aprendizado. Habilidades não-rotineiras são aquelas que não podem ser automatizadas. 
  • Trabalho em conjunto - "Swarming" é um estilo de trabalho caracterizado por uma excitação da atividade coletiva e capaz de acrescentar valores. Contra o mal da atividade burocrática, essa forma de trabalho é caracterizada pelo agrupamento profissional. A ideia é misturar pessoas que já trabalharam juntas antes e que se conhecem razoavelmente bem.
  • Fracas ligações - Em um grupo, as pessoas conhecem umas as outras, no entanto, com fracas linhas de envolvimento (principalmente a confiança) toda a relação pode ir por água baixo. Por isso, desenvolver fortes ligações, como uma espécie de redes sociais, trará benefícios aos negócios.
  • Trabalho com o coletivo - Há grupos informais de pessoas, fora do controle direto da organização, que podem ter impacto de sucesso ou fracasso na organização. Esses grupos informais são unidos por um interesse comum, cuja a importância é descobrir como usar o coletivo para definir os segmentos, mercados, produtos e estratégias de negócio.
  • Trabalho espontâneo - Implica mais do que uma simples espontaneidade. Ele também contém trabalho proativo, tais como procura de novas oportunidades e criação de novos desenhos e modelos.
  • Simulação e experimentação - Refere-se ao engajamento ativo com ambientes simulados (ambientes virtuais), que são semelhantes às tecnologias retratadas no filme Minority Report. Essa novidade irá substituir as células em planilhas. As pessoas vão interagir com os dados e ativamente manipular vários parâmetros tridimensionais.
  • Trabalho de rascunhos - A maioria dos processos não-rotineiros também serão altamente informais. É muito importante que as organizações tentem capturar os critérios utilizados na tomada de decisões, mas, pelo menos por agora, a Gartner não espera que a maioria dos processos não-rotineiros siga padrões significativos.
  • Modelo de sensibilidade - O mundo dos negócios é cada vez mais volátil, por isso, a Gartner espera ver um crescimento significativo no número de organizações que criem grupos especificamente responsáveis por detectar divergentes padrões de risco para a empresa. Esses grupos serão responsáveis por analisar cenários e planificar ações.
  • Hiperconectividade - As empresas terão de lidar com conceitos de comunicação e relacionamento ainda mais fortes do que hoje. A conectividade pelo celular e pelo computador ditará as bases sociais, para as quais a companhia deverá se programar, assim como a equipe de TI deverá dar suporte.
  • Meu lugar - O local de trabalho está se tornando cada vez mais virtual, com reuniões que ocorrem em diferentes fusos horários, organizações e com os participantes, que mal conhecem uns aos outros. Nesse ambiente profissional, as linhas pessoais, sociais e profissionais irão desaparecer, ou seja, quem não conseguir lidar com essas tarefas (corporativo e do mundo exterior) irá "pifar". 
Fonte: Administradores.com
http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/nos-proximos-dez-anos-o-mundo-do-trabalho-ira-mudar-confira-as-tendencias/36718/

quinta-feira, 27 de maio de 2010

A vida pelo avesso

"A coisa mais injusta sobre a vida é a maneira como ela termina. Eu acho que o verdadeiro ciclo da vida está todo de trás pra frente. Nós deveríamos morrer primeiro, nos livrar logo disso. Daí viver num asilo, até ser chutado pra fora de lá por estar muito novo. Ganhar um relógio de ouro e ir trabalhar. Então você trabalha 40 anos até ficar novo o bastante pra poder aproveitar sua aposentadoria.Aí você curte tudo, bebe bastante álcool, faz festas e se prepara pra faculdade. Você vai pro colégio, tem vários namorados, vira criança, não tem nenhuma responsabilidade, se torna um bebezinho de colo, volta pro útero da mãe, passa seus últimos nove meses de vida flutuando. E termina tudo com um ótimo orgasmo! Não seria perfeito?" (Charlis Chaplin)

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Lei do Desarmamento. Ronda do Quarteirão. Algum benefício real para sociedade?

Matéria do Jornal Diário do Nordeste de hoje (26/05, clique aqui para ver a matéria) destaca os frequentes homicídios em Fortaleza. A mais recente morte do turista italiano na capital cearense juntamente com outras mortes por arma de fogo, incluindo um jovem de 24 anos que fazia aniversário no dia, me põe a perguntar se a tal Lei do Desarmamento trouxe algum benefício real para sociedade em geral. 

Óbvio que o cidadão que não é criminoso e se andasse armado não traria, provavelmente, um redução no número, mas haveria a chance da defesa. O sistema de policiamento de Fortaleza não está sendo eficiente nem eficaz, trazendo termor para as pessoas de bem. O programa RONDA não consegue atingir seu real objetivo quando da época da campanha falava-se num atendimento feito em até 5 min (salvo engano). Experimente ligar para o Ronda do Quarteirão e fazer uma ligação e faça a contagem do tempo. Isso sem contar que o tal modelo cidadão não diz nada para quem quer realmente praticar delitos, ou seja, não faz medo aos assaltantes. É só lembrar do caso dos dois policiais que foram assaltados na Barra do Ceará.

O Ronda poderia ser mais ostensivo. Parar as pessoas, fazer revistas, pedir documentos, mas isso não acontece. Outro dia vinha por uma rua do Grande Bom Jardim (no meu carro e de vidros fechados, claro) quando na mão contrária vinha um RONDA e ultrapassava eles um rapaz de boné, numa moto, sem capacete e provavelmente drogado. Reação do RONDA: nenhuma. Achei um absurdo, não custava nada eles pararem, checarem e tomar as devidas providências, isso, ao meu ver, é fazer cumprir a lei.


Você sabe de algum absurdo parecido? Comente aqui.